quinta-feira, 8 de julho de 2010

The Future Internet: Service Web 3.0

O futuro da Internet, o aparecimento da Web 3.0 onde tudo estará ligado.... Isto é que é uma verdadeira rede de informação e de comunicação.

domingo, 30 de maio de 2010

O que se entende por conectividade e conectivismo

Como podemos definir conectividade? Conectividade é compreendida pelo estar de uma pessoa que se encontra em rede, que pretende que haja uma “economia do conhecimento” Carvalho, Ana (2007), mas para isso teremos que saber escolher onde queremos estar conectados, passando a ser uma capacidade essencial para muitos que estudam dentro desta era da tecnologia.

- Castells (2004) menciona a conectividade como sendo uma capacidade auto dirigida para que o indivíduo encontre o seu caminho dentro da rede, podendo desta forma construir a sua própria rede através de partilha da informação que ali deposita.

- Salvat (2003) apresenta dez características da nova era digital mostrando que existe uma relação entre conectividade e o ensino-aprendizagem, pois implica partilha de informação e construção de relações sociais.

A geração digital a que a Salvat se refere tem uma nova forma de pensar e uma nova forma de resolver problemas. O conhecimento de novas formas de pesquisa, acessos a informação, produz uma nova forma de comunicação, levando a utilização de novas ferramentas tecnológicas digitais.

- Siemens (2005) considera que a existe uma importância na forma como a informação é conectada entre si mas na criação de padrões. As teorias que Siemens especifica são as teorias da aprendizagem – Behaviorismo, cognitivismo e construtivistas, todas elas não tem qualquer tipo de exploração ou impacto nas novas tecnologias e nas novas formas de criação de redes de aprendizagem. Ao contrário da teoria da aprendizagem da era digital, o conectivismo, onde são considerados sete princípios:




Nesta teoria de Siemens, apresar de haver algumas discordâncias em relação à mesma e em considera-la uma teoria, existe uma concordância em relação a forma como Siemens caracteriza as conexões e a sua importância para a aprendizagem e a forma como é adquirido o conhecimento na actualidade.

Sabemos que o conectivismo se baseia em informação que está em constante alteração, e saber distinguir o que é importante torna-se essencial, partindo deste conhecimento uma das capacidades que devemos desenvolver é, aprender com a informação sabemos que a mesma poderá ser actualizada ou criar novas informações que devemos considerar.


Bibliografia:



A.M. Carvalho (2007) - Rentabilizar a Internet no Ensino Básico e Secundário: dos Recursos e Ferramentas Online aos LMS

Os Professores e a Instrução Directa

As capacidades que devem ser adquiridas pelo e-professor, são inúmeras mas uma das principais é conseguir criar uma ligação de comunicação onde se reflicta o nível académico e intelectual do curso, mostrando rectidão, comprometimento e sensibilidade.

As expectativas que os estudantes têm em relação ao professor e ao conhecimento que o mesmo pode transmitir, será sempre elevado, seja esse conhecimento transmitido numa sala de aula presencial ou virtual. Os alunos sentiram o entusiasmo e o conhecimento aprofundado sobre a matéria, quando o professor conseguir gerir bem os temas dentro dos contextos.

Em relação aos vários modelos de aprendizagem mencionados por intervenientes e impulsionadores da educação, que acreditavam no papel do professor, como uma personagem que detêm o maior conhecimento da matéria, são os seguintes:

- Modelo cognitivo de aprendizagem – Collins, Brown e Newman (1990)

- Modelo de aprendizagem relativa ao pensamento – Rogoff (1990)

- Analogias estruturantes – Vygostsky (1978)

Dentro do ensino online, a participação de um adulto ou par com mais competência no suporte e no apoio, ajuda na aprendizagem de outro que tenha maiores dificuldades, está é a principal característica dentro dos modelos de aprendizagem cognitivistas e da cognição social.

Considerando que o ensino da sala de aula (presencial) é muito diferente de um ensino online, o papel do professor também se altera, transportando-se num facilitador. Esta alteração levanta uma questão pois sabemos que existe o ensino centrado no professor ou no aluno, mas tudo depende do tipo de aluno. No caso do ensino online os alunos são mais velhos e com um nível de independência muito maior, mostrando que o apoio dado no ensino presencial quando aplicado no ensino online é desadequado.

O e-moderador, denominado por Gilly Salmon, não precisa de conhecimentos profundos sobre a matéria dada. Pretende-se uma conjugação das várias ferramentas síncronas e assíncronas, e assim o professor pode usufruir das mesmas em seu benefício, mostrando aos alunos que está presente (ex: produção de vídeo de apresentação).

A organização dos contextos torna-se um verdadeiro desafio para o professor. A criação de actividades diversificadas devidamente adequadas às competências e estilo do professor, são essências para uma aprendizagem online.

Mas existe a questão da gestão financeira nas instituições, o que torna mais difícil e condicionante a gestão de ferramentas de aprendizagem online, que tem vido a mostrar que tem futuro dentro da educação formal.

Conclusão:



Quanto ao papel do e-professor e a sua preocupação em transmitir o seu conhecimento, é importante que o mesmo consiga transmiti-los da melhor forma possível, conseguindo utilizar novas ferramentas em seu benefício. A organização dos conteúdos será sempre um grande desafio para o professor, mais ainda quando falamos de ensino online, que requer outros recursos diferentes do ensino presencial.


Bibliografia:


- Terry Anderson (2004) - Teaching in an Online Learning Context In Terry

Anderson & Fathi Elloumi (Eds.) – Theory and Practice of Online Learning. Athabasca

University, 2004. (http://cde.athabascau.ca/online_book/).


domingo, 23 de maio de 2010

Internet e Educação

O e-professor tem como missão … Facilitar o discurso

Uma das principais tarefas do professor é facilitar o discurso, será feito uso do termo discurso, pois discussão é muito forte embora seja um processo onde existe uma argumentação.

O discurso irá criar uma série de questões, que permitem ao aluno, desenvolver os seus processos de pensamento, pois terão de responder e articular novas questões. O discurso também irá ajudar nas dúvidas ou pensamentos errados que os alunos terão em relação a um certo assunto ou desacordos que possam surgir. Todo este processo leva a desentendimentos cognitivos, que contribuem para o crescimento intelectual do aluno.

Um professor de e-learning na construção de uma comunidade electrónica deve conseguir:

- Transmitir e criar sentimentos de confiança e segurança, pois quando isto não acontece, o aluno torna-se inseguro e acanhado para colocar as suas questões, não facilitando em nada a comunicação, nem a construção da relação aluno <=> professor.

Algumas formas de criar um canal de comunicação mais directo e desde o inicio são:

- Colocar um espaço de apresentação onde o aluno coloca um post partilhando algo sobre si.

- Colocação de perguntas ou desafios semanais, nas sessões síncronas. Aqui a contribuição não será só da presença cognitiva mas irá trazer uma presença social.

O e-professor com estas duas hipóteses, terá de conseguir gerir o tipo de discurso e as relações, para que estas não se tornem excessivas ou desmotivantes. O cuidado com o excesso de dependência do discurso e com as respostas em função dos tópicos, acaba por tornar aprendizagem aborrecida. Se a tarefa de moderadores for atribuída aos alunos dentro dos vários grupos a comunicação torna-se mais fluida e mais fácil de ser compreendida.

Bibliografia:
- Terry Anderson (2004) - Teaching in an Online Learning Context In Terry
Anderson & Fathi Elloumi (Eds.) – Theory and Practice of Online Learning. Athabasca
University, 2004. (http://cde.athabascau.ca/online_book/).

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Blogs in Plain English



Não resisti e tive que colocar estes três vídeos. Este explica a história dos blogs, o que é bastante interessante pois acho que poucos de nós deve saber como começou esta ferramenta tão popular nos dias de hoje.
Fiquei a saber que de certa maneira sou uma "jornalista" pois estou a construir o meu próprio jornal e a minha própria rede.

Top 10 Reason's to Use a Blog in the Classroom


10 Razões para a utilização de um blog dentro de uma sala de aula, este vídeo para mim veio mostrar que é possível encurtar o canal de comunicação e aumentar o espaço de aprendizagem, aliás pode ser feita a partir de  qualquer parte do mundo e a qualquer distância.